domingo, 5 de junho de 2016


PANORAMA LITERÁRIO

BIBLIOTECA JOAQUIM NABUCO E SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO CABO DE SANTO AGOSTINHO PROMOVEM O
I CONCURSO DE POESIA ‘CELINA DE HOLANDA’





O concurso de poesia é destinado aos alunos do 6º ao 9º ano e da EJAI – 2º segmento das escolas da Rede Municipal de Ensino do Cabo de Santo Agostinho. O concurso é uma realização da Biblioteca Pública Municipal Joaquim Nabuco e Secretaria Municipal de Educação, com apoio da Editora Bagaço, site Domingo com Poesia e do CM Cursos. As inscrições da primeira fase (escolas) estão abertas: 01/06 a 31/08 e a segunda fase (finalíssima): 04/10 a 20/10/2016. As inscrições da segunda fase serão realizadas na Biblioteca Joaquim Nabuco. Os poemas concorrentes deverão abordar o seguinte tema: “Cabo de Santo Agostinho, do litoral ao campo”.  Está prevista a seguinte premiação aos três primeiros lugares do concurso: 1 Notbook, Certificado, Medalha e Livros (1º lugar); 1 Tablet, Certificado, Medalha e Livros (2º lugar); 1 Headfone, Certificado, Medalha e Livros (3º lugar). O concurso homenageia o centenário da poeta Celina de Holanda, nascida em 19 de junho de 1915, no engenho Pantorra, no Cabo de Santo Agostinho, PE. Maiores informações: (81) 3524-9202.


GRUPO AUTOAJUDA LITERÁRIA LANÇA O LIVRO
“ESCREVER FICÇÃO NÃO É BICHO-PAPÃO”





O grupo de autoajuda literária formado pelos escritores Cícero Belmar, Cleyton Cabral, Gerusa Leal, Lúcia Moura e Raimundo de Moraes, convidam para o pré-lançamento do livro e audiobook Escrever ficção não é bicho-papão, no próximo dia 14 de junho, às 18h, no Sesc Santa Rita, centro do Recife. No dia 16 de junho o grupo lançará o livro no Pátio do Café, Av. Rui Barbosa, 141, no bairro das Graças, Recife, PE. O livro oferece dicas bem diretas e legais para os jovens escritores. Vale conferir!


PALAVRAS PARA ASCENSO – COLETÂNEA DE ARTIGOS



O laboratório de autoria literária Ascenso Ferreira do Sesc Santa Rita, Recife, PE., acaba de lançar o livro Palavras para Ascenso – Coletânea de artigos. O livro traz oito artigos de estudantes universitários, que se debruçaram na obra de Ascenso Ferreira e deram luz a novas nuances dessa poética, tão importante para a literatura pernambucana e brasileira. A obra é resultado de uma residência crítica literária, acontecida em 2015, com curadoria de Cida Pedrosa e coordenação de Jussara Salazar.


OS MORTOS NÃO COMEM AÇÚCAR, DE ALEXANDRE FURTADO


Capa: divulgação


Os mortos não comem açúcar, o mais recente livro do escritor pernambucano Alexandre Furtado. Um livro com visões de uma cidade inteira, (reapresentada ou desvirginada, em certo sentido) e cabendo nos 14 contos, dispostos em linguagem simples, e interligados por lugares ou personagens
comuns de uma época singular: os anos 70.
"O fato de haver essa coloquialidade recifense e informalidade nos diálogos, não significa facilitação, na verdade, há um cuidado em retratar os falares e os costumes de uma época", diz Alexandre que volta a olhar o espaço urbano, agora, de modo mais compenetrado, crítico.
“Sim, há um Recife, mas de quando havia poucos edifícios, trânsito livre até a praia de Boa Viagem, por exemplo", rememora o autor, uma cidade mais plana, com outra geografia, um peixe boi na praça do Derby, invernos precisos e rigorosos, bem como o calor de sempre. Aliás, a temperatura em todos os contos parece sugerir uma quentura natural, um mormaço muito típico de lugares tropicais e cortados por rios. Na verdade, um calor também presente nas relações humanas, ora tensas ora desejosas.
O posfácio do livro, escrito pela professora de literatura Cristina Botelho, traz como título um questionamento que talvez alguns curiosos poderiam fazer antes mesmo de abri-lo, ou certos leitores, já perto de termina-lo: Por que, então, só os vivos comeriam açúcar? Mais adiante, no próprio texto, ela responde: “Para saber, é preciso ler.” Realmente, da forma que foi elaborado, não adianta começar e terminar o primeiro conto e imediatamente abrir o último, na esperança de encontrar uma resposta para a pergunta. Há que se ler toda a obra, e com atenção.
Ao leitor, depois de tanto imaginar e ser provocado, resta render-se ao segredo do livro. E, quem sabe, descobrir, de fato, por que é preciso estar/ser vivo para comer o tal açúcar?


Sobre o livro

Título: Os mortos não comem açúcar / Contos
Autor: Alexandre Furtado
Editora: Confraria do Vento
Número de páginas: 160 p
Edição: Primeira

Formato: 120 x 180 mm



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Editores: Frederico Spencer, Natanael Lima Jr e Thiago Lima