sábado, 13 de agosto de 2011


Poema de Doralice Santana*

Pai

Primeiro amor, primeiro amigo
Em teu colo sempre tive abrigo
Em teu riso paz e verdade
Amor eterno e terna saudade
Tua imagem povoa minha mente
Como guardião fiel sempre presente
Pronto a lançar vigilância velada
À tua cria derradeira, ovelha desgarrada
Perfeito esquema biológico
A morte há ou não há?
Antagônico questionamento ilógico
Soledade viva de quem sempre vai te amar.
(1995)

*Professora e poetisa



Um comentário:

  1. Aproveito o espaço para fazer uma Homenagem ao meu PAI...inspirada no seu poema Doralice...

    PAI
    Contigo aprendi, quase tudo...
    Sem palavras, sem pressa, sem pressão, aprendi "quase tudo"
    Tudo de bom, na mansidão do teu sábio caminhar, na doçura do teu sorriso, na sabedoria das tuas poucas palavras, e sobretudo na infinidade dos teus exemplos, eu absorvi o meu melhor, o meu quase tudo!
    Hoje, você está tão presente, tão perto, caminhamos, agimos, sorrimos, relembramos o nosso timoneiro mais querido que nos ensinou "quase tudo" Beijo pra ti, PAI.
    Celinha

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Editores: Frederico Spencer, Natanael Lima Jr e Thiago Lima